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	<title>Arquivos Economia | Renova Assessoria</title>
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	<description>Contabilidade em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Economia | Renova Assessoria</title>
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	<item>
		<title>Inovações em Logística para Açougues Melhorando a Eficiência</title>
		<link>https://www.renovaassessoria.cnt.br/logistica-para-acougues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 18:22:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A logística tem se mostrado uma área essencial em diversos setores, e no ramo de açougues não é diferente. A eficiência logística é fundamental para garantir a qualidade dos produtos, o atendimento rápido aos clientes e a maximização dos lucros.  Neste artigo, vamos explorar as principais inovações em logística para açougues, discutindo como elas podem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A logística tem se mostrado uma área essencial em diversos setores, e no ramo de açougues não é diferente. A eficiência logística é fundamental para garantir a qualidade dos produtos, o atendimento rápido aos clientes e a maximização dos lucros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Neste artigo, vamos explorar as principais </span><b>inovações em logística para açougues</b><span style="font-weight: 400">, discutindo como elas podem melhorar a eficiência operacional e contribuir para o sucesso do negócio.</span></p>
<h2><b>A Importância da Logística para Açougues</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Antes de abordarmos as inovações, é essencial entender a importância da </span><b>logística para açougue</b><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em um setor onde a perecibilidade dos produtos é alta e a qualidade é inegociável, uma gestão logística eficaz pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A logística abrange desde a aquisição de carnes e insumos, passando pelo armazenamento, até a distribuição para o cliente final. Cada etapa requer atenção e planejamento para evitar desperdícios, atrasos e prejuízos.</span></p>
<h2><b>Desafios Logísticos no Setor de Açougues</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A </span><b>logística para açougue</b><span style="font-weight: 400"> enfrenta alguns desafios específicos, como:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400"><b>Perecibilidade dos produtos</b><span style="font-weight: 400">: A carne é um produto altamente perecível, o que exige controle rigoroso de temperatura e prazo de validade em todas as etapas da cadeia logística.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Armazenamento adequado</b><span style="font-weight: 400">: Manter a carne em condições ideais de armazenamento é essencial para garantir sua qualidade. Isso implica na utilização de câmaras frias e controle de umidade.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Distribuição eficiente</b><span style="font-weight: 400">: Entregar os produtos ao cliente final, seja ele um consumidor ou outro estabelecimento comercial, requer um sistema de transporte eficiente e rápido, minimizando o tempo fora do ambiente controlado.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Gestão de estoque</b><span style="font-weight: 400">: Um bom gerenciamento de estoque é essencial para evitar excessos que possam resultar em perdas ou faltas que comprometam o atendimento ao cliente.</span></li>
</ol>
<p><b>Leia também: </b><a href="https://www.renovaassessoria.cnt.br/laudo-de-desossa/"><b>Laudo de Desossa: como deduzir legalmente as perdas do açougue de supermercados?</b></a></p>
<h2><b>Inovações Tecnológicas na Logística para Açougues</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A tecnologia tem desempenhado um papel vital na transformação da </span><b>logística para açougue</b><span style="font-weight: 400">. Vamos explorar algumas das inovações que estão revolucionando esse setor.</span></p>
<h3><b>1. Sistemas de Gestão Integrada (ERP)</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os Sistemas de Gestão Integrada, ou </span><a href="https://www.totvs.com/blog/erp/o-que-e-erp/"><span style="font-weight: 400">ERPs</span></a><span style="font-weight: 400"> (Enterprise Resource Planning), têm se tornado ferramentas essenciais para a gestão de açougues. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esses sistemas permitem que os proprietários monitorem em tempo real o estoque, as compras, as vendas e a distribuição dos produtos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, os ERPs oferecem funcionalidades como a previsão de demanda, ajudando os açougues a planejar melhor suas compras e reduzir desperdícios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O uso de ERPs é uma das inovações mais significativas na </span><b>logística para açougue</b><span style="font-weight: 400">, pois permite que as operações sejam mais eficientes e coordenadas, integrando todos os processos em uma única plataforma.</span></p>
<h3><b>2. Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A rastreabilidade é um fator crítico na logística de carnes. Tecnologias de rastreamento, como </span><a href="https://tecnoblog.net/responde/o-que-e-rfid-entenda-como-funciona-essa-tecnologia/"><span style="font-weight: 400">RFID (Radio-Frequency Identification)</span></a><span style="font-weight: 400"> e códigos QR, permitem que os açougues monitorem a origem da carne, as condições de transporte e o armazenamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essa inovação garante que os produtos cheguem ao consumidor com a máxima qualidade e segurança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, o monitoramento em tempo real da temperatura e umidade durante o transporte e armazenamento é outra inovação crucial na </span><b>logística para açougue</b><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sensores conectados a sistemas de monitoramento permitem que os gestores sejam alertados instantaneamente caso ocorra alguma variação fora dos padrões estabelecidos, evitando perdas e garantindo a qualidade do produto.</span></p>
<h3><b>3. Automatização de Processos Logísticos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A automatização está transformando a </span><b>logística para açougue</b><span style="font-weight: 400">, permitindo que processos antes manuais sejam realizados de forma automática e com maior precisão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um exemplo é a utilização de sistemas automatizados de controle de estoque, que atualizam as informações em tempo real à medida que os produtos são vendidos ou recebidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro exemplo é a automação no processo de embalagens. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Máquinas automáticas que embalam e etiquetam produtos podem aumentar a eficiência e reduzir o tempo de processamento, permitindo que os açougues atendam a uma demanda maior sem comprometer a qualidade.</span></p>
<h3><b>4. Logística Reversa</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A logística reversa é outra inovação relevante no setor de açougues. Essa prática envolve o gerenciamento do retorno de produtos, seja por questões de qualidade ou por sobras de inventário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A implementação de um sistema eficiente de logística reversa pode reduzir desperdícios e melhorar a sustentabilidade do negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No contexto da </span><b>logística para açougue</b><span style="font-weight: 400">, a logística reversa também pode ser aplicada ao retorno de embalagens e recipientes utilizados para o transporte de carnes, permitindo que sejam reutilizados ou reciclados, contribuindo para práticas mais sustentáveis.</span></p>
<h3><b>5. Aplicativos de Gestão e Planejamento</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Com o avanço da tecnologia móvel, diversos aplicativos voltados para a gestão logística têm sido desenvolvidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esses aplicativos permitem que os gerentes de açougues acompanhem o desempenho logístico, desde o controle de estoque até a entrega ao cliente final, diretamente do seu smartphone ou tablet.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essas ferramentas oferecem insights valiosos sobre a operação, como o tempo de transporte, o estado dos estoques e a eficiência das entregas, facilitando a tomada de decisões e a identificação de áreas que precisam de melhoria na </span><b>logística para açougue</b><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<h3><b>6. Inteligência Artificial e Análise de Dados</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A inteligência artificial (IA) e a análise de dados estão desempenhando um papel cada vez mais importante na </span><b>logística para açougue</b><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essas tecnologias permitem prever padrões de consumo, otimizar rotas de entrega e melhorar a gestão de estoques com base em dados históricos e em tempo real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A IA pode, por exemplo, sugerir ajustes automáticos no estoque com base em padrões de compra, ajudando a evitar desperdícios e garantindo que os produtos mais frescos estejam sempre disponíveis para os clientes.</span></p>
<h3><b>7. Blockchain para Transparência e Segurança</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O </span><a href="https://www.infomoney.com.br/guias/blockchain/"><span style="font-weight: 400">blockchain</span></a><span style="font-weight: 400">, conhecido principalmente por ser a tecnologia por trás das criptomoedas, também está sendo aplicado na logística de alimentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No setor de açougues, o blockchain pode garantir a transparência total na cadeia de suprimentos, permitindo que cada etapa do processo, desde o abate até a venda final, seja registrada de forma imutável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Isso não apenas melhora a confiança do consumidor, mas também simplifica o processo de rastreamento e auditoria, garantindo que os açougues possam oferecer produtos de alta qualidade com total segurança.</span></p>
<h2><b>Implementação de Inovações em Logística para Açougues</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Implementar essas inovações na </span><b>logística para açougue</b><span style="font-weight: 400"> requer planejamento e investimento. É importante que os gestores identifiquem as áreas que mais precisam de melhorias e priorizem as inovações que trarão maior impacto para o negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Algumas dicas para a implementação bem-sucedida incluem:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400"><b>Análise de Necessidades</b><span style="font-weight: 400">: Avalie as operações atuais do açougue e identifique os principais pontos de dor. Isso ajudará a decidir quais inovações serão mais benéficas.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Treinamento da Equipe</b><span style="font-weight: 400">: Introduzir novas tecnologias exige que a equipe esteja bem treinada para utilizá-las de maneira eficaz. Invista em capacitação para garantir uma transição suave.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Monitoramento Contínuo</b><span style="font-weight: 400">: Após a implementação das inovações, é essencial monitorar continuamente os resultados e fazer ajustes conforme necessário. Isso garantirá que a </span><b>logística para açougue</b><span style="font-weight: 400"> esteja sempre otimizada.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Parcerias com Fornecedores Tecnológicos</b><span style="font-weight: 400">: Trabalhar com fornecedores que oferecem suporte e atualização contínua das tecnologias implementadas é fundamental para manter a eficiência a longo prazo.</span></li>
</ol>
<p><a href="https://www.renovaassessoria.cnt.br/contabilidade-em-sao-paulo/" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-4473 size-full" src="https://www.renovaassessoria.cnt.br/wp-content/uploads/2022/02/BANNER-RENOVA-2.jpg" alt="https://www.renovaassessoria.cnt.br/contabilidade-em-sao-paulo/" width="980" height="150" srcset="https://www.renovaassessoria.cnt.br/wp-content/uploads/2022/02/BANNER-RENOVA-2.jpg 980w, https://www.renovaassessoria.cnt.br/wp-content/uploads/2022/02/BANNER-RENOVA-2-300x46.jpg 300w, https://www.renovaassessoria.cnt.br/wp-content/uploads/2022/02/BANNER-RENOVA-2-768x118.jpg 768w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></a></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A </span><b>logística para açougue</b><span style="font-weight: 400"> está passando por uma transformação significativa graças às inovações tecnológicas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essas inovações não apenas melhoram a eficiência operacional, mas também garantem que os produtos cheguem ao consumidor final com a máxima qualidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Desde o uso de ERPs até a implementação de blockchain, as novas tecnologias oferecem oportunidades únicas para os açougues se destacarem no mercado competitivo atual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Investir nessas inovações é essencial para quem deseja não apenas sobreviver, mas prosperar no setor de açougues. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com uma logística bem gerida, o açougue pode aumentar a satisfação do cliente, reduzir custos operacionais e melhorar significativamente sua margem de lucro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Portanto, é hora de olhar para o futuro e adotar as melhores práticas de </span><b>logística para açougue</b><span style="font-weight: 400">.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Copom faz novo corte e juro básico cai de 3,75% para 3% ao ano</title>
		<link>https://www.renovaassessoria.cnt.br/copom-faz-novo-corte-e-juro-basico-cai-de-375-para-3-ao-ano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 10:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Política Monetária do Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Economia mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Patamar anterior da taxa Selic tinha sido fixado em 18 de março; corte renovou mínima histórica.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="row content-head non-featured ">
<div class="medium-centered subtitle">
<h2 class="content-head__subtitle"><em>Patamar anterior da taxa Selic tinha sido fixado em 18 de março; corte renovou mínima histórica.</em></h2>
<h3 class="content-head__subtitle"><em> Próxima reunião do comitê está marcada para os dias 16 e 17 de junho.</em></h3>
</div>
</div>
<div class="content__signa-share">
<div class="content__signature">
<div class="content-publication-data">
<div class="content-publication-data__text">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="1">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) reduziu nesta quarta-feira (6) a taxa básica de juros da economia brasileira <strong>de 3,75% para 3% ao ano</strong>. A decisão foi unanime. Esta foi a sétima redução consecutiva.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A decisão renovou o menor patamar histórico para a taxa Selic desde 1999, quando entrou em vigor o regime de metas para a inflação. Analistas do mercado financeiro esperavam um corte menos agressivo, para 3,25% ao ano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="3">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No comunicado, o Copom avalia que “neste momento a conjuntura econômica prescreve estímulo monetário extraordinariamente elevado”. Diz ainda que, para a próxima reunião, avalia nova redução da taxa.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="4">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Para a próxima reunião, condicional ao cenário fiscal e à conjuntura econômica, o Comitê considera um último ajuste, não maior do que o atual, para complementar o grau de estímulo necessário como reação às consequências econômicas da pandemia da Covid-19&#8221;, afirma o Copom.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="5">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O comitê ressalva, no entanto, que “novas informações sobre os efeitos da pandemia, assim como uma diminuição das incertezas no âmbito fiscal, serão essenciais para definir seus próximos passos”.</p>
</blockquote>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/globonews/jornal-das-dez/video/juliana-expectativa-e-de-corte-da-selic-de-375-para-325-8531041.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="wp-image-2374 size-full aligncenter" src="https://www.audicor.com.br/wp-content/uploads/2020/05/newa.jpg" alt="Newa - Contabilidade em Florianópolis - SC | Audicor Auditoria e Contabilidade" width="518" height="292" /></a></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="7">
<div class="content-intertitle">
<h2>Cenário econômico</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A decisão do Copom foi tomada em um ambiente de forte queda do nível de atividade da economia mundial em razão da pandemia do novo coronavírus, o que tem reduzido os índices de inflação.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Diante desse cenário, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a pandemia vai levar a economia mundial a registrar queda de 3% neste ano, o pior desempenho desde a crise de 1929.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para o Brasil, as previsões do FMI e do Banco Mundial são de retração econômica superior a 5% neste ano. Os economistas do mercado financeiro estimam queda de 3,7%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com a forte queda da atividade econômica, os preços têm caído. Em março, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice que mede a inflação oficial, somou 0,07%, menor taxa para o mês desde 1995.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O mercado financeiro prevê que o IPCA ficará em 1,97% neste ano, isto é, abaixo do piso de 2,5% previsto pelo sistema de metas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.</p>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/05/06/copom-faz-novo-corte-e-juro-basico-cai-de-375percent-para-3percent-ao-ano.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.renovaassessoria.cnt.br/copom-faz-novo-corte-e-juro-basico-cai-de-375-para-3-ao-ano/">Copom faz novo corte e juro básico cai de 3,75% para 3% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.renovaassessoria.cnt.br">Renova Assessoria</a>.</p>
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		<item>
		<title>Com isolamento e renda menor, brasileiro consome menos e foca em produtos básicos</title>
		<link>https://www.renovaassessoria.cnt.br/com-o-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 13:55:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Isolamento Social]]></category>
		<category><![CDATA[Avanço do coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
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		<category><![CDATA[Quarentena]]></category>
		<category><![CDATA[Queda de consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Transforações sociais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.renovaassessoria.cnt.br/?p=3658</guid>

					<description><![CDATA[<p>Linguiça, embutidos, água sanitária, água mineral e frango ganharam espaço na cesta de compras do brasileiro. Itens de higienes deixam de ser prioridade.</p>
<p>O post <a href="https://www.renovaassessoria.cnt.br/com-o-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos/">Com isolamento e renda menor, brasileiro consome menos e foca em produtos básicos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.renovaassessoria.cnt.br">Renova Assessoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle"><em>Linguiça, embutidos, água sanitária, água mineral e frango ganharam espaço na cesta de compras do brasileiro. Itens de higienes deixam de ser prioridade.</em></h2>
<h3><em>As transformações sociais impostas pelo avanço do coronavírus fizeram com que o brasileiro mudasse seus hábitos de consumo. Depois de estocar itens de higiene para enfrentar o período de isolamento e registrar uma queda na renda com a piora econômica recente, o consumidor começou a optar por uma cesta menor e focada em produtos de necessidade do dia a dia.</em></h3>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Durante a primeira semana de isolamento, a cesta média de compras do brasileiro passou a incluir linguiça, embutidos, água sanitária e mineral, além de frango, mostra um estudo realizado pela Kantar. Já itens de higiene, como absorventes, desodorantes e creme dental, perderam espaço.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O período analisado pelo levantamento faz a comparação da cesta de consumo da semana de 23 de março, quando teve início o período mais severo de isolamento, com a de semana de 9 de março.</p>
<figure id="attachment_9527" aria-describedby="caption-attachment-9527" style="width: 521px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/26/com-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos.ghtml"><img decoding="async" class="wp-image-9527 size-full" src="https://www.renovaassessoria.cnt.br/wp-content/uploads/2020/04/categorias-em-alta.jpg" alt="Categorias Em Alta - Abrir Empresa Simples" width="521" height="283" /></a><figcaption id="caption-attachment-9527" class="wp-caption-text">Fonte: Kantar</figcaption></figure>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="7">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Quando o brasileiro sentiu que a crise estava chegando no país, ele fez o seu estoque e, num primeiro momento, foram as categorias de higiene e beleza que cresceram em consumo&#8221;, afirma o diretor de serviços ao cliente e novos negócios da Kantar, David Fiss.</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O país entrou no período de isolamento, e as categorias mais básicas começaram a ganhar preferência no momento da compra.&#8221;</p>
</blockquote>
<figure id="attachment_9528" aria-describedby="caption-attachment-9528" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/26/com-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9528 size-full" src="https://www.renovaassessoria.cnt.br/wp-content/uploads/2020/04/categorias-com-retracao.jpg" alt="Categorias Com Retracao - Abrir Empresa Simples" width="510" height="287" /></a><figcaption id="caption-attachment-9528" class="wp-caption-text">Fonte: Kantar</figcaption></figure>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="45" data-block-id="9">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Não é que o brasileiro vai deixar de comprar produtos de higiene e beleza. Depois de ter feito o estoque, ele deixou de dar prioridade para esses itens e voltou a visitar o mercadinho da vizinhança ou o supermercado perto da casa dele&#8221;, afirma Fiss.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A mudança dos itens mais comprados também foi acompanhada por uma queda no tamanho da cesta. Essa redução é explicada por dois motivos: o fim desse processo de estocagem e a diminuição da renda das famílias com a crise ficando mais severa.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Kantar faz a apuração do tamanho da cesta em número índice &#8211; quanto maior a quantidade de itens comprados, mas alto é esse índice. Do período do pré-isolamento ao início da primeira semana do distanciamento, houve retração na quantidade itens comprados em todos os estratos da sociedade.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="29" data-block-id="13">
<ul class="content-unordered-list">
<li>O tamanho da cesta da classe da A/B recuou de 116 para 94;</li>
<li>Da classe C caiu de 115 para 92</li>
<li>Da classe D/E diminuiu de 103 para 86.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="14">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Os consumidores estão tentando se adaptar. Como o dinheiro encurtou, eles não podem ficar comprando várias categorias de produtos todas as semanas e estão priorizando categorias mais básicas&#8221;, afirma Fiss.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para mitigar os efeitos da crise, o governo tem anunciado uma série de medidas. A mais importante delas é um auxílio emergencial de R$ 600, por três meses inicialmente, para trabalhadores informais, desempregados, contribuintes individuais do INSS e Microempreendedor Individual (MEI).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Se esse auxílio alcançar, de fato, os mais pobres do país, ele pode ser fundamental para dar algum fôlego ao consumo das camadas menos abastadas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="35" data-block-id="17">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;As classes D/E são mais sensíveis ao comportamento da renda, mas, nesse momento, podem até não enfrentar uma queda tão forte no consumo porque o governo está injetando muito dinheiro na economia&#8221;, diz Fiss.</p></blockquote>
</div>
<p><a href="https://globoplay.globo.com/v/8505661/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9529 size-full" src="https://www.renovaassessoria.cnt.br/wp-content/uploads/2020/04/noticia.jpg" alt="Noticia - Abrir Empresa Simples" width="512" height="281" /></a></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="20">
<div class="content-intertitle">
<h2>O que esperar do consumo</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para traçar o quadro do consumo brasileiro nos próximos meses, a Kantar utilizou como base o que vem ocorrendo na Espanha, país que sofre severamente com o surto do coronavírus e também utiliza a política de distanciamento social com o objetivo de evitar a propagação da doença.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No cenário espanhol, com mais pessoas trabalhando em casa, houve um aumento do consumo das categorias que estão relacionadas com o que a consultoria chamou de &#8220;momento de lanches&#8221;. Houve, por exemplo, alta no gasto com creme de cacau, chocolate em tablete e biscoito doces e salgados.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="24">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Brasil, esse cenário deve ser repetir. &#8220;O que aconteceu na Espanha já começa a ser uma oportunidade para o brasileiro. São coisas que devem se refletir por aqui&#8221;, afirma Fiss.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além disso, a compra por meio de delivery deve ser uma &#8220;herança&#8221; dessa crise. Segundo a Kantar, 53% dos brasileiros que usam esse meio já realizam pedidos de duas a três vezes na semana.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="32" data-block-id="26">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;O hábito de fazer um compra de supermercado e farmácia pelo delivery começa a crescer. E as pessoas que entram nesse canal já fazem o uso dele de forma repetida&#8221;, diz Fiss.</p></blockquote>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-entenda-o-caso" data-block-type="entenda-o-caso" data-block-id="27">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/26/com-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Cinco propostas para retomar economia após coronavírus</title>
		<link>https://www.renovaassessoria.cnt.br/cinco-propostas-para-retomar-economia-apos-coronavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 13:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Nacional de desenvolvimento econômico e social]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego elevado]]></category>
		<category><![CDATA[Frente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Getulio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Gastos públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento público]]></category>
		<category><![CDATA[Medidas emergenciais]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Saída da crise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>BBC News Brasil ouviu cinco economistas de diferentes linhas de pensamento para coletar ideias sobre como recuperar a atividade econômica depois de o pior da pandemia passar.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle"><em>BBC News Brasil ouviu cinco economistas de diferentes linhas de pensamento para coletar ideias sobre como recuperar a atividade econômica depois de o pior da pandemia passar.</em></h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="1">
<h3 class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto"><em>Desemprego em nível recorde, diminuição da capacidade produtiva da economia devido ao fechamento de empresas e piora das contas públicas devem compor o quadro da economia brasileira após a crise do coronavírus.</em></h3>
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A intensidade dessa piora do cenário econômico vai depender da efetividade das medidas emergenciais que têm sido adotadas pelo governo.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Quanto a essas duas afirmações, parece haver consenso entre economistas brasileiros de diferentes vertentes. Mas o que fazer para retomar a atividade econômica passada a fase mais aguda da crise, quando a circulação de pessoas puder ser reestabelecida nas cidades? Aí surgem as divergências.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="88" data-block-id="3">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Na saída da crise, há quem ache que o governo não vai precisar fazer muito mais coisa, que o mercado vai se recuperar sozinho&#8221;, diz Nelson Barbosa, professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (EESP-FGV). &#8220;Isso é um erro, porque teremos famílias e empresas com renda menor, mais dívida e maior incerteza. Então é muito difícil que o setor privado se recupere por conta própria&#8221;, afirma Barbosa, que foi Ministro da Fazenda (2016) e do Planejamento (2015) durante o governo Dilma Rousseff (PT).</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="74" data-block-id="4">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Há uma clara necessidade de se gastar de forma temporária em questões de saúde, sociais e em alguns casos empresariais. Mas está claro que não há espaço para outras aventuras, outros gastos, posto que o Brasil ainda não conseguiu recuperar sua saúde fiscal, que se perdeu ali pelos idos de 2014, 2015&#8221;, considera por sua vez Arminio Fraga, sócio da Gávea Investimentos e ex-presidente do Banco Central durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A BBC News Brasil ouviu cinco economistas brasileiros, entre homens e mulheres, liberais e heterodoxos, em busca de propostas para recuperar a atividade econômica do país depois da crise do coronavírus. Confira abaixo as sugestões de Solange Srour, Samuel Pessôa, Armínio Fraga, Nelson Barbosa e Laura Carvalho.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/globonews/jornal-das-dez/video/juliana-rosa-economistas-nao-gostaram-do-plano-de-recuperacao-pos-pandemia-8502869.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9519 size-full aligncenter" src="https://www.renovaassessoria.cnt.br/wp-content/uploads/2020/04/G1ew.jpg" alt="G1ew - Abrir Empresa Simples" width="502" height="273" /></a></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="9">
<div class="content-intertitle">
<h2>Retomar a agenda de reformas</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="6" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Solange Srour, economista-chefe da ARX Investimentos</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Voltar à agenda de reformas anterior à crise do coronavírus é a solução para que o país encontre o crescimento sustentável, mesmo em uma situação econômica pior, com desemprego mais elevado, recessão econômica e perda do poder de compra da população, avalia Solange Srour, da ARX Investimentos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="71" data-block-id="12">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Esse é o único caminho para voltarmos a crescer: insistir na agenda de consolidação fiscal e de produtividade&#8221;, diz Srour, citando como prioritárias medidas como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial — que permite, entre outras ações, congelar salários do funcionalismo público — e as reformas administrativa e tributária. &#8220;Não podemos cair no mesmo erro que cometemos no pós-crise de 2008, quando continuamos expandindo o fiscal, desestruturando a economia.&#8221;</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a analista, garantir que o aumento de gastos do governo em resposta à crise seja temporário será fundamental para recuperar a confiança dos empresários no momento de retomada da atividade. &#8220;Para crescermos de verdade serão necessários investimentos e para isso, precisa de confiança&#8221;, diz Srour.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Assim, ela refuta a ideia de que cortar gastos públicos no pós-crise possa aprofundar ainda mais a recessão esperada. &#8220;É a falta de confiança que pode impedir a retomada.&#8221;</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="16">
<div class="content-intertitle">
<h2>Possível mudança no teto de gastos</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Samuel Pessôa, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV)</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="75" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Samuel Pessôa, do Ibre-FGV, também aposta na retomada da agenda de reformas para o país voltar a crescer, passado o pior momento da emergência de saúde pública do coronavírus. Mas ele acredita que, se o Congresso conseguir aprovar a PEC Emergencial, reduzindo o gasto obrigatório do Estado, é possível pensar em uma mudança na regra do teto de gastos para abrir espaço ao investimento público, dando fôlego adicional à atividade econômica após o isolamento.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="19">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Gasto obrigatório não pode crescer mais do que o PIB, isso é um disparate e uma urgência a ser atacada&#8221;, diz Pessôa. &#8220;Atacando isso, dá para pensarmos na proposta do Fabio Giambiagi de mexer no teto de gastos para liberar algum recurso para investimentos&#8221;, afirma.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="85" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao fim de 2019, Fabio Giambiagi e Guilherme Tinoco, economistas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), apresentaram uma proposta de flexibilização do atual teto, incluindo um tratamento diferenciado para os gastos de investimento. O investimento público — somando as três esferas de governo e as empresas estatais — chegou a 2,26% do PIB em 2019, quase a metade dos 4,06% de 2013, último ano antes da crise anterior, segundo levantamento do economista Manoel Pires, do Observatório de Política Fiscal da FGV.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="21">
<div class="content-intertitle">
<h2><strong>Intervenções pontuais em setores estratégicos</strong></h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="11" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Arminio Fraga, sócio da Gávea Investimentos e ex-presidente do Banco Central</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um dos expoentes do pensamento liberal brasileiro, Arminio Fraga avalia que, na saída da crise do coronavírus, podem ser necessárias intervenções estratégicas do governo em alguns setores mais atingidos pela paralisação da atividade. Fraga, que vinha, mais recentemente, se dedicando ao debate sobre o combate à desigualdade, também avalia que um modelo mais abrangente de proteção social, que inclua os trabalhadores informais, deve entrar na ordem do dia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77" data-block-id="25">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Alguns setores já são muito claros: restaurantes, serviços pessoais, hotéis, companhias aéreas e outros&#8221;, enumera Arminio. &#8220;Isso é bem diferente da política de &#8216;campeões nacionais'&#8221;, ressalva, fazendo referência à política conduzida pelo BNDES durante os governos petistas de empréstimos subsidiados e compra de participações acionárias de grandes empresas brasileiras. &#8220;A sociedade tem que se perguntar se alguns setores, que foram destroçados pelo vírus, merecem algum apoio, se isso faz sentido do ponto de vista social e econômico.&#8221;</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com a aprovação do auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais que perderem renda devido às medidas de isolamento social, alguns economistas têm defendido que a política de renda básica se torne permanente. Arminio diz ter dúvidas quanto a um benefício universal, devido ao custo elevado, mas vê com bons olhos a discussão de ampliação do sistema público de proteção social.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="27">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;É um tema importantíssimo, é fundamental que se chegue aos informais. As regras — como fazer, o que cada um tem direito, quem contribui ou não — têm que ser avaliadas. Mas tenho certeza que esse é um tema que vai entrar em pauta. Se é que já não está&#8221;, afirma.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="28">
<div class="content-intertitle">
<h2>Frentes de trabalho e retomada do investimento público</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Nelson Barbosa, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e ex-ministro da Fazenda e do Planejamento</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma frente de trabalho de saúde pública e a retomada de obras paradas estão entre as propostas do economista Nelson Barbosa para recuperação da atividade após o fim do isolamento social imposto pela nova doença. Para Barbosa, um programa de &#8220;seguro-renda&#8221; — como o seguro-desemprego atual, mas voltado a todos os trabalhadores, incluindo informais — é uma opção para a ampliação da proteção social na nova conjuntura.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="31">
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;É preciso que o governo adote um plano de reconstrução. Medidas temporárias, sim, mas que provavelmente vão durar mais de um ano&#8221;, afirma. &#8220;Por exemplo, diversos países estão pensando em adotar uma força de trabalho emergencial para monitoramento e combate à covid-19 depois da pior fase&#8221;, diz.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="86" data-block-id="33">
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Barbosa acredita que é possível criar espaço nas contas públicas para a retomada do investimento em obras paradas.</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Essa crise mostrou que, quando há um risco, o espaço fiscal é gerado&#8221;, afirma. &#8220;O governo vai emitir dívida e, quando chegar a hora de pagar, espera-se que a economia já tenha se recuperado, com um PIB e uma arrecadação maior, com a qual vai se pagar parte dessa obrigação&#8221;, diz, citando ainda a expectativa de continuidade da queda dos juros, que deve reduzir o custo do endividamento.</p>
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<h2>Medidas redistributivas e renda básica permanente</h2>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Laura Carvalho, professora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP)</em></p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para Laura Carvalho, a recuperação da economia após o fim do isolamento deve exigir um &#8220;novo Plano Marshall&#8221; — referência ao plano de recuperação dos países europeus após a Segunda Guerra Mundial. A economista, que ajudou a formular o programa econômico da campanha de Guilherme Boulos (PSOL) à presidência em 2018, avalia que o investimento público deve ser usado neste segundo momento de combate à crise como forma de suprir carências históricas, como na saúde e no saneamento básico.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Isso exigiria a revisão do teto de gastos e uma mudança na orientação da política econômica, que até aqui tem sido voltada para o Estado mínimo&#8221;, diz Laura. Segundo ela, a aposta de alguns economistas na retomada da agenda anterior de corte gastos pode piorar a recuperação, levando a uma retomada em &#8220;L&#8221;, quando o nível do produto não volta ao patamar anterior à crise.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Conforme a economista, esses investimentos deveriam ser financiados através de um aumento da arrecadação.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Defendo alíquotas superiores de tributação para os mais ricos, que vão sofrer muito menos o impacto dessa crise, com o fim da desoneração de dividendos e de desonerações para setores pouco afetados&#8221;, exemplifica, citando ainda a tributação de grandes fortunas e aumento do imposto de renda para os mais endinheirados.</p>
</blockquote>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="40">
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Carvalho defende também que a renda básica emergencial se torne permanente. &#8220;Temos no Brasil uma informalidade recorde e essa crise tende a agravar isso. Então temos que pensar na possibilidade de uma rede de proteção social maior, universal e que seja permanente.&#8221;</p>
</blockquote>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/27/cinco-propostas-para-retomar-economia-apos-coronavirus.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></p>
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