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	<title>Arquivos Desoneração da folha | Renova Assessoria</title>
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	<description>Contabilidade em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Desoneração da folha | Renova Assessoria</title>
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		<title>Desoneração de até 25% da folha de pagamento &#8211; Governo estuda propor essa medida!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 10:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração da folha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Folha de pagamento: Governo estuda desoneração de 25%<br />
Estudo prevê cortes de impostos pagos pelas empresas sobre os salários; Entenda.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><em>Folha de pagamento: Governo estuda desoneração de 25%</em></h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;"><em>Estudo prevê cortes de impostos pagos pelas empresas sobre os salários; Entenda.</em></h3>
<p>O Ministério da Economia estuda propor uma desoneração de até 25% da folha de pagamento das empresas para todas as faixas salariais. A proposta amplia a ideia mencionada anteriormente, que previa corte de impostos apenas para rendimentos equivalentes a até um salário mínimo. O assessor especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif Domingos, afirma que os técnicos avaliam os impactos da medida.</p>
<p>O corte de impostos pagos pelas empresas à União sobre os salários é um objetivo antigo de Guedes, que vê na tributação sobre a folha uma arma de destruição de empregos. Com isso, o ministro espera conter o desemprego ao reduzir o custo de uma contratação. Para abrir mão dessa receita, no entanto, a equipe econômica considera que será necessária a criação de um novo imposto, a ser aplicado sobre pagamentos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Tudo custa dinheiro&#8221;, disse Afif.</p></blockquote>
<h3><strong>Desoneração da folha</strong></h3>
<p>Os técnicos fazem as contas com uma alíquota mínima de 0,2%. Eles estimam que ela renderia anualmente R$ 120 bilhões aos cofres públicos. Nos cálculos usados por Guedes, esse montante seria suficiente para desonerar empresas a pagar impostos aplicados até um salário mínimo &#8211; hoje em R$ 1.045,00. Cortar tributos para essa faixa e estender ao menos parte da medida para as demais demandaria uma alíquota maior.</p>
<p>O ministério já vem mencionando a possibilidade de o novo imposto ter uma alíquota de 0,4%, o que, em tese, dobraria a arrecadação para R$ 240 bilhões. Os membros da pasta veem como ideal a desoneração total sobre salários no país, mas reconhecem que o plano teria dificuldades.</p>
<blockquote><p>&#8220;Gostaria de desonerar tudo, mas aí seria uma alíquota inviável&#8221;, afirmou Afif.</p></blockquote>
<p>Além de bancar a desoneração, o novo imposto deve servir para bancar o Renda Brasil. O programa social está em formulação e substituiria o Bolsa Família, com mais pessoas e um valor mais alto. Afif disse que a proposta do novo imposto deverá ser enviada em agosto ao Congresso. Ele rebateu contestações à ideia.</p>
<blockquote><p>&#8220;A resposta a quem critica é: me dê uma alternativa melhor que essa. Ainda não vi&#8221;, afirmou. &#8220;O que faz sentido acaba acontecendo&#8221;, disse.</p></blockquote>
<p>Para o assessor especial, a cobrança tem mais chance de ser aprovada se estiver absolutamente ligada à geração de emprego e renda. O imposto é planejado por Guedes desde o começo do governo, mas até hoje nunca foi apresentado oficialmente. A ideia recebe críticas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e já foi contestada publicamente até pelo presidente Jair Bolsonaro.</p>
<h3><strong>CPMF</strong></h3>
<p>No ano passado, as discussões sobre o novo imposto nos moldes da antiga CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras) ajudaram a derrubar o então secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra. Na época, o plano era que até saques e depósitos em dinheiro fossem taxados, com uma alíquota inicial de 0,4%. Já pagamentos no débito e no crédito teriam cobrança de 0,2%. Depois, Paulo Guedes colocou o novo imposto na geladeira, mas não o eliminou dos planos.</p>
<p>Recentemente, reforçou o argumento de que não se trata de uma CPMF. Além disso, passou a chamar o tributo de digital, principalmente por pegar em cheio o crescimento do e-commerce. As compras pela internet têm acelerado no Brasil e no mundo com a pandemia. O governo trabalha com urgência nos estudos, pois as propostas precisam ser consideradas no projeto de Orçamento do ano que vem, a ser enviado até 31 de agosto ao Congresso.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/43965/folha-de-pagamento-governo-estuda-desoneracao-de-25/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contábeis</a></p>
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